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Arquitetos sem fronteiras – Kengo Kuma
Por Ignez Ferraz
Certamente vocês já ouviram falar (e aprenderam a admirar) os destemidos “médicos sem fronteiras” (ALÔ BE!). Numa analogia pouco semelhante (mas sendo meu o site eu posso brincar à vontade), vamos entrar na seara que eu domino um pouco mais (for instance!): ARQUITETURA.



Nezu Museum, Kengo Kuma, outubro 2009 (foto Japantimes)


Com a globalização, até cidades anteriormente ‘fechadas’ como Berlim e Pequim não limitam mais suas fronteiras. Arquitetos do porte do italiano Renzo Piano, do holandês Rem Koolhaas (Prada NY) ou a dupla suíça Herzog & de Meuron (Allianz Arena - Munique) pontuam o mundo com seus projetos-ícones.


E, claro, japoneses como Tadao Ando (Casa Koshino), Shigeru Ban e Toyo Ito (TOD’S) se destacam neste meio. O importante Prêmio Pritkzer de 2010 foi concedido aos ótimos Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa (SANAA, famosos pela nova loja da Dior em Tóquio e o New Museum em Nova York).


Mas outro nome oriental vem abrindo seu espaço com galhardia: KENGO KUMA. Selecionado como um dos doze integrantes asiáticos para participar da belíssima Commune by the Great Wall, Kuma ampliou seus domínios e hoje suas ideias se espalham pela França, Espanha, Hungria... e Japão, of course!





Sua nova cria, a reformulação do NEZU MUSEUM, localizado no principal pólo comercial de Aoyama, segue sua linha de busca: tecnologia aliada às tradições milenares como o uso de bambus. Esta corrente - conhecida como GLOCAL – vem ganhando afiliados tanto na arquitetura quanto no design (ainda forte na Feira de Milão 2010), por se preocupar também com a sustentabilidade.



Foto Konnichiwa


O museu abriga coleções diversas da Arte japonesa e Leste Asiático, com 7000 objetos, incluindo caligrafia, pintura, escultura, cerâmicas, trabalhos em laca, metal, utensílios de bambu e tecidos, dois quais sete itens receberam a designação de “Tesouro Nacional”.



Foto Konnichiwa


A casa pertence à Nezu Kaichiro, industrial ex-presidente da Tobu Railway, dono da coleção, com especial atenção à arte do chá, sua paixão – a abertura como museu se deu em 1941, um ano após sua morte. Outro ponto alto são os jardins minimalistas, que seguem a filosofia simbólica da pedra e água.



Foto Cmdr easygoing
 
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