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Design: Natural ou Fake? Você Decide!
Por Ignez Ferraz
Catástrofes naturais cada vez mais frequentes têm gerado enormes preocupações quanto ao futuro da humanidade. Portanto, é de se esperar que os olhares se voltem para esta natureza (ainda) pródiga e tentem dela extrair meios de aproximá-la - e por que não do nosso próprio lar?



A estante “Legend” de Christophe Delcourt é um belíssimo exemplo do design inspirado na natureza que também é ecologicamente correto. O uso de madeira certificada e a forma escultórica tornam esta peça única.


Se antes nos cercávamos de móveis de madeira natural e maciça, e nos cobríamos de sedas e ‘puro algodão’, hoje a consciência sobre as sequelas de desmatamentos e extinção de animais nos posiciona mais inquisidores e duvidosos quanto ao ‘politicamente correto’.


Nesta busca por novas soluções – seja em revestimentos, mobiliário, roupas ou utensílios – nos deparamos com discussões entre o real e o fake (ah, as eternas desavenças sobre o uso das peles de animais...)


Com as madeiras esta questão é relativamente fácil – a utilização das alternativas (ainda sem previsão de extinção) ou ecológicas e certificadas (pois serão replantadas) são ótimas opções.



Corredor “Neno” de Wang Hui, Pequim, 2004: madeiras de reflorestamento de diferentes tipos e tonalidades criam um ambiente instigante e ecológico.


Revestimentos prensados de fibras de coco, bambu, madeiras compostas (aplicadas sobre MDF), também contribuem com a economia, promovendo o charme necessário – veja exemplo das pastilhas de coco incrustadas no piso do nosso Espaço do Corpo.


Aí chegamos aos really fakes. No meu ponto de vista, o mais interessante é utilizarmos estes produtos (que alcançaram um ótimo grau de finalização devido sua alta tecnologia de fabricação) de forma lúdica. Bons exemplos seriam as finas cerâmicas que imitam pedra e madeira revestindo boxes, ou as fibras e couros sintéticos envoltos por cores vibrantes.


Agora observem as figuras abaixo e reflitam: em qualquer uma destas escolhas citadas os itens ergonomia e praticidade deveriam ser imprescindíveis, para que não se tornem facilmente descartáveis – o que seria ‘politicamente incorreto’, certo?



Jean-Charles de Castelbajac, Casaco Teddy Bear, 1988 e Fernando & Humberto Campana, Poltrona Banquete crocodilos, 2002
 
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