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ANA Durães, BEL Barcellos
Por Ignez Ferraz
Quase Santos, Quase Almas


Duas artistas.
Duas jovens artistas pequenas.
Duas jovens GRANDES artistas pequenas, que, através da espiritualidade, emocionam nossos corações:
Ana Durães e Bel Barcellos



. . . . . . . . . . . . . . . Bel- detalhe bordado sobre linho . . . . . . . . . . . . . .


Suas obras são para serem ouvidas com os olhos, como uma música do silêncio, em 3 atos: AVE!,ALELUIA!,AMÉM!



Ana- Bárbara, cianótipo sobre pele . Bel- grafite e bordado sobre linho


AVE!

Tanto Ana quanto Bel trabalham a fé e a religiosidade dialogando entre os opostos.


Em Ana, sua obra é um permanente flerte entre passado e futuro, entre a tecnologia e o artesanal, entre o clean e o kitsh.



Ana- Sagrado Coração e Anunciação, técnica mista sobre tela


Bel explora a dicotomia corpo/espírito, as nuances sutis como a água ou pulsantes como sangue.





ALELUIA!


A obra de Ana utiliza a fusão da tecnologia computacional com a arte sacra barroca, influências de sua (e de JK) terra natal Diamantina.
Mas não foi assim desde o começo, bem início mesmo, quando, aos 6 anos, a visão de uma tela de Di Cavalcanti traçou seus rumos. Para ela, os pintores eram como seres mágicos, com mãos capazes de produzir tintas. Passou então a fabricar as suas tintas, à base de material retirado da mineração do seu avô. Mais tarde vieram os papéis reciclados, e, da pintura rupestre, evoluiu para as artes sacras. Querendo desafios, veio para o Rio. Misturou técnicas diversas, como o óleo e a serigrafia, encontrando cada vez mais seu caminho na interseção entre tecnologia e erudição.



Ana- Nossa Senhora com anjos II, técnica mista sobre tela


Bel desenha sobre tecidos. Nos lençóis brancos, utiliza a técnica simples do transfer à grafite (pincelado com cola e manuseado a bastão óleo), somada aos bordados sensíveis. (Ver também “Bordando a arte”).
Utiliza a gama do negro ao cinza, peculiar aos traçados à grafite, que resultam delicadamente aquosos.
O resultado são figuras leves, transparentes, inquietamente claras, num quase movimento fluido. Feminilidade tímida, ora insinuante, ora oculta. Do desenho à transparência, são séries alvas, semelhantes a almas, telúricas, celestes.





“Ó Santa Luzia, conservai a luz dos meus olhos para que eu possa ver as belezas da criação. Conservai também os olhos da minha alma e a fé, para que eu possa conhecer o meu Deus.”




“Salve Maria, Nossa Rainha, AMÉM!




Bel e Ana, atmosferas Quase Todas inspiradoras como...


Lágrima. . . . . . . . . . . . . . libélulas . . . . . . . . . . . . . rosa . . . . . . . . . . . . .



Nota: “Quando você se aproxima da sua essência, da sua história, você se torna universal. A arte precisa de um tempo para sua assimilação. Gosto do que não sei. É uma busca eterna!”


Estes foram alguns dos pensamentos de Ana, ao entrevistá-la para melhor compreender a essência do seu talento. Havia sido encarregada de projetar uma vitrine em sua homenagem no "Gallery", evento do CasaShopping (2000), organizado pela minha “amiguinha do coração” Regina Malta.
Se a primeira impressão é a que fica, gostei “de cara” do jeito simples e entusiasmado dela explicar seu trabalho. Acho que ficou satisfeita com o resultado da sala-atelier que projetei. Querem dar uma olhadinha?
É só clicar aqui!
Voltamos a nos encontrar em outras ocasiões, no seu “loft” com vista deslumbrante para Santa Teresa. É muito prazeroso acompanhar a trajetória de um artista, principalmente alguém do seu porte. Saudade do seu sorriso que abraça o mundo!


E-mails “gracinhas” que recebi:


Oi Ignez, gostaria de ter lhe escrito antes, mas estava viajando e só agora estou com calma para fazê-lo.
Obrigada pelo artigo que escrevestes, ficou muito bom. Conheço bem a Ana, já expusemos juntas algumas vezes, e realmente nosso trabalho tem conversado ultimamente.
Quando eu estiver com outro trabalho pronto, te mando imagens.
Abraços e obrigada mais uma vez.
Bel


Ignez querida,
Vc. é uma amigona do coração muito, mas muito querida mesmo.
Vc. é muito fofa.
Me senti super vaidosa em estar no seu site.
Sobre o talento, nem se fala, pois já repeti muitas vezes.
Vou espalhar por aí.
Mil beijocas e sempre meu carinho e amizade,
Regina


Ignez, que lindo! Fiquei EMOCIONADA! Muito Obrigada. Que incrível, conheço a Bel, adoro o trabalho dela e nunca tinha percebido tanta comunhão. Você fez um paralelo muito interessante. Agora estou com novo atelier, comprei uma casa de 1860, em Santa Teresa, restaurei e fiz o atelier e minha casa. É linda! Adoraria recebê-la. Venha me visitar e ver minha nova fase. As flores estão brotando.
Estou te esperando.
Beijos
Ana






Ana, obrigada pelo convite!
 
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