Apesar de adorar os irmãos Coen (geniais em “Barton Fink” e “Fargo”) e Javier Bardem (vejam seus filmes que amei em FILM & ART ), não curti nada "Onde os fracos não têm vez". Não tem vez o amor, o humor, a paz e a redenção. Fiquei triste pelo belo e sensível "Desejo e Reparação" – ainda assim, longe de filmaços como “O Paciente Inglês”, “Chicago”(que ganharam) ou “Brokeback Mountain” e “As horas” (que perderam).
Torci pelos figurinos maravilhosos de "Elizabeth", e para que Cate Blanchett ganhasse como melhor coadjuvante no papel de Bob Dylan – para mim, a maior injustiça de todos os prêmios (acho que até a Tilda se espantou). Daniel Day-Lewis é sempre ótimo (já o havia citado no Festival do Rio). Ele é a razão de ser de “Sangue Negro”, que sem sua performance seria totally boring. Já a melhor atriz Marion Cotillard impressiona como "Piaf" e teve todos os méritos do prêmio. Que tal tothink in pink ao cantar “La Vie en Rose”? |